segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Campeã de acessos da semana!


Uma cidade não pode se alimentar do radicalismo politico...Eles, políticos ganham, e o povo riachuelense deixa de receber as benesses do governo federal!

Resultado de imagem para imagens de voto de cabrestoEstamos em pleno Século XXI, não podemos fazer o movimento retrogrado em favor de uma oligarquia, do voto de cabresto, dos tempos do coronéis,  entre outras práticas corruptas praticadas pelos políticos vitalícios que se acham os donos da cidade e dos votos de seus habitantes, onde eles, políticos ganham e recebem as benesses,  e o povo riachuelense só perde de ganhar e ser qualificado através dos cursos (Pronatec)  promovidos pelo governo federal... O tradicional voto de cabresto é um sistema tradicional de controle de poder político através do abuso de autoridade, compra de votos ou utilização da máquina pública. É um mecanismo muito recorrente nos rincões mais pobres do Brasil como característica do continuísmo do coronelismo... Aguardem a matéria completa, pois o povo  mais pobre e carente ( os riachuelenses )  tá deixando de receber aproximadamente R$. 50.000,00 em bolsas-auxilio concedidas pelo do governo federal, através   dos cursos do Pronatec Médio Tec e Pronatec EJA, que estão sendo ministrados em um vasto numero de municípios do estado, e  que muitos deles, deveriam está ancorados e sendo ministrados em nossa cidade, através dos esmerados e capacitados professores do Pronatec, que formam e capacitam profissionais  para o mercado de trabalho.. Sem qualquer justificativa plausível, nossos representantes independentemente  de qualquer ideologia politica, usam  o forte radicalismo politico existente em nossa cidade, e colidem de frente com o desenvolvimento cultural e social do nosso município, onde cada um , só puxa a corda para seu lado ou para o lado que o vento soprar, ninguém se arrisca a navegar com um mar de vento de proa,   e o povo riachuelense mais carente  que se exploda ou continue mendigado troca de favores nas portas dos políticos riachuelenses ...Não é assim, Arnaldo! 

Texto:
Prof. Nivaldo Lopes
Editor 
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