
Uma coincidência levou um dos principais nomes da Família do Norte (FDN) a passar um mês na maior penitenciária do Rio Grande do Norte, o presídio de Alcaçuz, na Grande Natal. Usando uma identidade falsa, Gelson Lima Carnaúba, o Mano G, foi preso ao desembarcar no aeroporto do Rio, em janeiro de 2015, já que contra ele havia um mandado de prisão em aberto. Não sabiam os investigadores que o homem seria mantido na sede do Sindicato do RN, facção de resistência ao PCC, e durante um mês exerceria sua influência para empoderar a organização potiguar.
Como aceitar que o ministro da Justiça despeje impunemente sobre a nação o maior monte de asneiras jamais pronunciado desde a posse do presidente Michel Temer?
Na semana que passou o jurista Alexandre Morais declarou que “a situação não saiu do controle”; “nos presídios do Norte houve apenas um acerto de contas”; “não foi retaliação”; “não há guerra entre as facções de criminosos”…
Nenhum comentário:
Postar um comentário