Juros altos e muitas prestações comprometem orçamento do brasileiros
Quando a comparação é feita com base em janeiro de 2014, período em que o valor médio das parcelas era de R$ 41,08, a alta chega a 22,9%. Por isso, todo cuidado é pouco ao analisar ofertas de produtos com prestações “a perder de vista”, dizem analistas. Na maioria das vezes, o consumidor vai pagar um valor muito superior ao cobrado nas compras à vista.
O cidadão comum, embora nem sempre saiba fazer cálculos de juros compostos, percebe, na prática, que está cada vez mais difícil comprar a prazo ou conseguir financiamento em bancos e no comércio varejista, porque as prestações já não cabem no bolso. Para entender por que a situação piorou, é preciso, na análise de Fábio Bentes, economista da CNC, que o trabalhador observe vários fatores que se alimentam mutuamente. Principalmente os comportamentos do índice de desemprego e da taxa de juros para pessoa física.
Nenhum comentário:
Postar um comentário