quinta-feira, 21 de junho de 2018

GESTÃO TÚLIO LEMOS SEGUE CORTANDO CUSTOS...Será que é verdade Arnaldo?
Nenhum texto alternativo automático disponível.Ciente de que a gestão de uma cidade envolve diversas obrigações como a prestação de serviços básicos, previstos em lei e necessários para uma vida de qualidade da população, sempre com atenção à responsabilidade fiscal. O prefeito Tulio Lemos vem empregando neste primeiro semestre de 2018, uma política de redução e corte de gastos
Com base nesses preceitos, a Prefeitura de Macau segue tomando medidas necessárias diante do cenário de queda acentuada de receitas e o aumento natural e inflacionário das despesas e custeio da máquina pública.
Exemplo disto, foi a prorrogação do decreto, feita em abril, que reduziu cerca de 50% dos salários dos cargos em comissão da gestão. Bem como, o mais recente pregão cujo objeto era a contratação de empresa especializada no fornecimento de água mineral.
Para efeitos de comparação, em todo o ano de 2017, a prefeitura de Macau pagou cerca de R$ 3,50 (três reais e cinquenta centavos) por cada botijão de água mineral.
Após a nova licitação em que foi feito uma espécie de leilão ao contrário (vence quem der o menor preço), o preço ficou fixado em R$ 1,95. (Um real e noventa e cinco centavos). Configurando assim uma substancial economia nos cofres municipais, tendo em vista a alta demanda do produto, que atende todas as escolas, unidades de saúde e demais repartições do município.
Para o prefeito Tulio Lemos "É necessário ter coragem e habilidade para conseguir cortar gastos e reduzir despesas neste momento, o que é algo praticamente imposto a nós, gestores, com essa situação de crise financeira nos municípios. Não há como fugir disto.
Precisamos cortar tudo que der pra cortar, e o que não der, iremos enxugar. Baixamos o combustível, baixamos o contrato da limpeza urbana, que está num valor hoje, muito abaixo do que estava cinco anos atrás, quando a cidade era menor e produzia menos lixo, vale mencionar; e iremos repetir essa economia em todos os outros contratos existentes. Se não temos dinheiro pra gastar, vamos nos adaptar e nos moldar a essa incômoda situação, mas a gestão e a cidade, não irão parar".

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