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quarta-feira, 24 de julho de 2013

ACENDEU A LUZ VERMELHA!




Alguns gestores dos municípios potiguares tem não tem demonstrado zelo com o que é do povo, leia-se: prefeitura, já estão se preocupando em administrar com responsabilidade. 

Alguns, pressionados pelas duras quedas no FPM, já anunciaram cortes nos gastos que eram realizados sem necessidade, a bem da verdade.

A segunda parcela de julho do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) registra uma queda de 10,82% em relação ao mesmo repasse de 2012. 

Segundo analistas, a situação exige que os prefeitos tenham metas financeiras bem definidas e controle eficaz nos gastos. Ou seja, administrar com cautela.

Infelizmente, as vezes por não ter experiência ou falta de assessoria, vemos muitos prefeitos e prefeitas atrasando o salário do funcionalismo, comprometendo o pagamento aos fornecedores e até mesmo arrastando por meses promessas com prazo de validade vencido. Tudo por pura falta de competência e responsabilidade na administração.

O sinal acendeu e ele é vermelho. Como que diz: pare e tome cuidado, senão as coisas desandam ainda mais.


domingo, 21 de julho de 2013

EU NÃO ME RENDO AOS ATAQUES.



Dizem que eu ando perdendo tempo em responder certos insultos de pessoas anônimas. 

Mas, eu até gosto, sabia?

Nos últimos dias, recebi mensagem pedindo para eu ficar calado. Eu finjo saber que não sei quem me ataca. Mesmo sabendo de onde nascem tais insultos, pela modus operandi já bastante conhecido na cidade. Eu não sou bobo!

Mas ao contrário dos covardes, eu não me escondo. Nem uso as ferramentas para me esconder.

Como sempre falo, minhas críticas aqui são ditas direcionadas aos agentes públicos. Como agentes públicos, são passíveis de críticas. A maior delas, feita nas ruas.

Mas se necessário for, falo também no tête-à-tête. Ou, seja: cara a cara. Não tenho medo de debater política com quem quer que seja. 

Portanto, pra você, covarde, que usa o anonimato para agredir a mim e membros da minha família em blogs da cidade, um aviso: estou na minha casa, de mão livres, cabeça erguida e portas abertas para olhar bem no seu olho e iniciar o debate. 

E farei isso usando a diplomacia, nunca a violência! 



segunda-feira, 15 de julho de 2013

O ASSUNTO DO PRESENTE E DO FUTURO EM RIACHUELO

Luta de poder: irmãs em pé de guerra.

Não se fala em outra coisa na cidade, a de poderá acontecer a qualquer momento mais uma ação da atual administração: exoneração de pessoas com cargos comissionados. 

Porém, para não abalar a imagem da prefeitura, uma estratégia já foi lançada pela sua turma de assessores: dizer que a grande culpada pelas demissões é a sua querida irmã de sangue, a vereadora do PMDB, Nataly Cavalcanti Pessoa.

Num momento em que, apesar das inúmeras benesses ganhadas de mão beijada pelos governos do Estado e Federal, seu grupo político rachou e sua imagem está arranhada pela forma de administrar, a prefeita Mara Loudes ganha desculpas para se defender do que poderá se confirmar em breve, são eles:

1 - A de que a culpa pelas demissões não é dela. Mas sabemos que se assume a culpa ao infringir uma Lei;

2 - Arranja uma maravilhosa desculpa para dizer porque não poderá cumprir as promessas de emprego que fez em 62% das casas riachuelenses que lhe ele confiaram o voto. O que acredito, seja Deus  colocando a mão em sua cabeça, como quem dá um sinal para nunca mais pregar o que não poder fazer.

3 - De que fará o concurso público. Isso poderá ser benéfico politicamente, poderá até ser usado em sua campanha: a prefeita que fez o concurso público. Mas já se sabe que o mesmo argumento poderá ser usado pela vereadora Nataly Pessoa de uma forma diferente: o de que o concurso só foi realizado porque ela batalhou. Ou seja, nenhuma das duas vai ser a dona do concurso. Explicaremos lá na frente.

A vereadora Nataly, por sua vez já deverá se defender, usando outros argumentos:

1 -  De que não fez mais que sua obrigação como legisladora e fiscalizadora da gestão pública, função que os vereadores em Riachuelo muitas vezes esquecem depois da posse e que o povo reclama tanto. Concordo em parte. 

2 - De que a sua ação vai gerar uma economia nas receitas do município e que vai exigir que o dinheiro seja gasto na educação no investimento em educação, saúde, por exemplo. O que discordo.

3 - De que essa ação vai garantir a realização de concurso público. O que a prefeita Mara Lourdes vai querer dizer também. E como dissemos, tem divisão de pesos. Ou seja, nenhuma das duas vai ser a dona do concurso. Explico lá na frente.

Entendo que a vereadora Nataly Pessoa está agindo perante a Lei. E contra ela, não há argumentos. Mas também entendo que a prefeita teve pouco tempo para o modus operandi do concurso. 

Sai da necessidade eminente de geração de empregos na cidade, mas a forma como tem ocorrido os contratos de comissionados no serviço público é um descalabro, um atentado ao bom senso. E precisava ser revisto. Este blog, inclusive, fez matéria sobre o assunto. 

Fico triste por saber que dezenas de pessoas vão perder suas vagas, mas como cidadão que luta pela igualdade de direitos entendo que um concurso público é a melhor forma de preencher as vagas existentes na esfera pública da nossa cidade.

Agora vou explicar quem poderá ganhar o título de responsável pelo Concurso Público e como poderá conquistá-lo:

A realização de um concurso público exige dos vereadores uma fiscalização rigorosa durante do o processo, desde a aprovação do projeto e do edital para realização, passando pela contratação da empresa a realizá-lo e também da sua aferição (resultado). Inclusive, deve-se atentar se o número de vagas oferecidas não venha infringir a Lei de Responsabilidade Fiscal, pois sabe-se que diante da realidade  na folha de gastos isso pode ser o entreve para a não realização do concurso nos últimos anos. Os vereadores e a sociedade devem ficar atentos. Tudo para não deixar as brechas que ajudam nas fraudes que vemos acontecer pelos concursos Brasil afora. Ou seja, mais do que nunca os vereadores terão papel de desempenhar a função de fiscalizadores, e quem sabe, assim, limpem a barra de que não fazem nada pelo nosso povo, ganhado, assim, a responsabilidade pelo concurso. 

Fácil, né? Como sempre, para Riachuelo, essa resposta vai depender do lado em que você está.


sábado, 13 de julho de 2013

AOS LEITORES E AS LEITORAS, COM CARINHO.



Não fiquei surpreso ao saber que fui duramente criticado pelo blog co-irmão Riachuelo em Ação. Como os canais têm posicionamentos diferentes eu já esperava o ataque, embora o ache desnecessário. 

No texto que tive acesso, constatei várias heresias criadas em meu desfavor: de que não sei escrever, de que misturo assuntos e uma verdade, apenas uma: a de que não sou jornalista. Provavelmente, querendo desfazer da minha condição de ser pensante num tom que visa me desqualificar. 

Dei a atenção devida ao fato para poder levar a todos uma reflexão sobre minha função com um texto num nível superior, marca deste blog. 

Realmente, não sou graduado em jornalismo. Sou um autodidata em situação de formação "prática" de comunicador. Assim como há professores autodidatas que não são formados mas sabem ensinar, há comunicadores que nunca foram a uma aula de jornalismo e são profissionais melhores que jornalistas com diplomas. Ou seja, não precisa necessariamente ser formado para exercer a função de comunicador. Ora, tem advogado que exerce função de comunicador... Porque eu não?!

Considero que faço comunicação comunitária há 08 anos (veja a definição do que é isso: http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_comunit%C3%A1ria ) E desde que criei o Jornal Dois Quadros, escrito e, agora, na internet, procuro usar uma linha de comunicação: a que privilegia a informação acima de qualquer interesse. Parece que isso tem incomodado. Que bom. Porque a boa comunicação é a que incomoda, que provoca a reflexão e as ações. 

O fato de não ser jornalista não me impede de ter opinião, nem de divulgar a minha análise acerca do que vejo nas redes sociais de contato (seja no alpendre da minha casa, ao telefone, num bate-papo de internet, aonde quer que seja nas conversas como os amigos ou clientes). Todo mundo faz isso nas ruas, agora, ainda mais, nas redes sociais. Vão punir a todos?

Quem vai me impedir o assegurado direto a liberdade de pensamento e de expressão? Que eu saiba, não existe uma Lei que impeça um cidadão comum de exercer a livre expressão em um meio de comunicação. Jornais, revistas, sites, rádios, tv's oferecem canais de diálogo aonde o receptor pode ter publicada sua opinião, desde que não seja em anonimato.  

E se eu não for formado em jornalismo quem vai me impedir de exercer a comunicação como prática cidadã? A Lei da Mordaça imposta pela intimidação coronelista? A despeito de quem:  dos que avisam, em tom de ameaça, de possíveis batalhas na justiça contra minha postura? Dos mesmos que as páginas arquivadas na internet registram matérias e comentários de anônimos covardes vomitando injúrias e difamações sem controle? 

Quem me conhece sabe: tenho opinião forte. Já ganhei e já perdi muitas oportunidades por ser assim. Mas não teço opinião para destruir. Procuro opinar para construir, por mais duro que possa parecer. Sei o quanto é difícil receber crítica, é preciso sapiência e maturidade.

Sempre digo que os políticos deviam me agradecer por colocar em evidência a voz das ruas. Já critiquei publicamente políticos locais e todos eles me cumprimentam. Isso mesmo, todos eles. Só pra citar alguns: JB que já recebeu críticas minhas durante o seu mandato, me cumprimeta. Marcílio Pessoa, a quem tenho cobrado posicionamento público acerca da oposição,  me cumprimenta. A própria prefeita, Mara Lourdes, a quem o modus operandi tenho criticado, me cumprimenta. O vereador Camaleão, a quem discordei da postura na mudança de bloco, me cumprimenta. Acho que todos eles entendem que critico o personagem público, nunca a pessoa física. E faço isso sem me esconder por trás das telas de computadores e sem denegrir imagem de pessoas de bem, autoridades ou até pessoas inocentes através da abertura de canais anônimos. 

Não uso ficção. Não por não saber usá-la, mas por simplesmente achar desnecessária na comunicação de meio político. Eu prefiro dar nome aos "bichos" para não ser confundido, por exemplo, como uma ave de rapina no arca de Noé. 

Sou a favor de jornalismo verdade, livre, sem interesses, sem cortinas de fumaça. Quem quiser que faça diferente, mas saiba ouvir as críticas de quem recebe esse tipo de informação. Pois não existe espaço para unilateralidade na comunicação.

Os resultados abaixo constatam que estou no caminho certo. Em apenas 2 meses de funcionamento o blog Dois Quadros:
- Saiu de 1 para 6 mil acessos;
- Saiu das últimas páginas para encabeçar a pesquisa "dois quadros" na busca do Google;
- Excluiu os comentários anônimos para evitar baixaria;
- Fez entrevistas com nomes importantes da política local - políticos como Micarlos Medeiros e Júnior Bernardo (e tem mais 3 na fila, cobrando as perguntas todo dia)
- Entrevistou personalidades como o reformista ambiental Damião Medeiros - autor do blog www.desoriedem.blogspot.com - que denuncia as mazelas ambientais em nosso município;
- Denunciou a secretária de saúde e ela foi demitida;
- Denunciou a falta de operacionalização dos tratores e eles saíram da garagem;
- Denunciou os animais nas ruas e providências foram tomadas;
- Antecipou o racha no grupo político da situação e tudo foi oficializado no Arraiá do Povão;
- Criticou os enfeites juninos nos postes, que apelidei de marmota, e eles foram retirados;
- Denunciou a falta de placas de identificação em obras públicas e elas apareceram;
- Alertou sobre as pirâmides financeiras (Telexfree e BBom) e vejam o que aconteceu;
- Noticiou a reunião entre o vereador Camaleão e a Prefeita, e a adesão se confirmou com uma carta constrangedora divulgada nas redes sociais.

Estou esperando que as denúncias abaixo sejam solucionadas:

- A recolocação nos quadros dos Agentes Comunitários de Saúde do portador de deficiência e ex-candidato a vereador pelo PT, Chico Gerônimo; Wellington Israel, que também foi perseguido por ter votado no PT, já foi recolocado. Ambas causas, são defendidas pelo excelente advogado Doutor Antônio Carlos;
- A denúncia contra a contratação de parentes, o que configura nepotismo;
- A falta de transparência nos valores do FPM gastos mensalmente;
- A denúncia contra a falta de transparência no dinheiro gasto na propaganda oficial no carro de som;
- A denúncia contra o lixão que, inclusive, foi objeto de matérias no blog Riachuelo em Ação durante toda a gestão toda passada;
- A luta pelo pagamento do Piso Salarial, que o blog co-irmão Riachuelo em Ação também cobrou durante a gestão passada;
Dentre outras.

Como disse acima, creio que tanto a oposição quanto a situação têm muito a agradecer a este blogueiro que não é jornalista.  

Por mais que me acusem disso ou daquilo, aviso que não tenho raiva. Não tenho inveja, nem guardo rancor. O que não posso é calar diante dos posicionamento dos agentes públicos. 

Não faço parte de nenhum dos grupos que constituem o poder político de Riachuelo. Fiz opção por outro caminho. Sou filiado ao PT. Nele, me sinto livre. E se o partido ao qual sou filiado resolver apoiar qualquer um dos blocos que estão se formando, eu terei direito de escolha: de seguir ou não o partido. No entanto, o blog não mudará de linha. 

Aqui a pauta é feita pela voz das ruas. Não quero me transformar num veículo oficial de candidatos, nem tampouco de administradores ou partidos políticos. Se assim fizer perderei a confiança dos leitores em troca de oferecer opinião vendida. Quem quiser fazer diferente que faça. Eu continuarei a praticar a opinião para esclarecer e não escurecer, para ajudar a resolver e não fazer intriga. O trabalho do blog é iluminar as tocas onde se escondem benesses a hipócritas e a mentirosos desmemoriados.

Tenho opinião e faço questão de exercer meus direitos. Tem gente que que gosta de exercer seus direitos nas calçadas, por telefone, escrevendo livros, outros se calam. Eu escolhi dar minha opinião a respeito dos fatos pelo blog para que a amplificação fosse maior. 

Nós, comunicadores, somos agentes públicos e temos que ter responsabilidade. Não podemos usar os meios de comunicação a nosso favor, nem a favor dos políticos. 

Por isso, mesmo sem ser jornalista, sendo apenas um secretário executivo, estudante de física e um micro empresário, faço da liberdade de opinião uma prática diária da democracia, do caráter e da cidadania.

Sei das barreiras as quais estou submetido e submetendo minha família, mas não tem mais volta. Escolhi ter liberdade. E por isso estou sempre recebendo comentários, telefonemas elogiosos à minha postura e iniciativa. 

Quero agradecer a Deus, a minha família e aos leitores que, gostando ou não do que é publicado, fazem desse blog um sucesso ao ponto de outro blog abrir espaço para comentar sobre nossa atuação. Desde já, agradeço o precioso tempo destinando a isso. Continuem me seguindo, fico extremamente lisonjeado com a audiência.

E, como sempre tenho dito: estamos de olho!




sexta-feira, 12 de julho de 2013

COVARDIA TEM NOME E SOBRENOME.





Nos últimos dias, a cidade virou um celeiro de covardes anônimos e postadores de matérias de blogs que realizam comentários em postagens em blogs, facebook, e redes sociais taxando pessoas de bens ou autoridades como animais de zoológico  e outros mitos mesmo sendo conhecedor que postar ou comentar no anonimato é anti-constitucional e já passou da hora da justiça da comarca proibir qualquer tipo de comentário anônimo e leviano em qualquer veiculo de comunicação, principalmente na rede social. Se tem coragem de escrever, deviam ter coragem para assumirem aquilo que escrevem. Os anônimos, infelizmente, assombram a todos nós que queremos levar informação as pessoas.


sexta-feira, 5 de julho de 2013

QUEM É O CULPADO?

NO PALANQUE, SÓ ELOGIOS.
Estranho ver gente não entendendo o distanciamento entre o vice-prefeito e a prefeita. Ora, eles nunca foram próximos. Durante a pré-campanha, ambos estavam em grupos diferentes lutando para ser o cabeça de chapa. E todo mundo sabe que Caetano Sena, por um momento, era o candidato a prefeito preferido do grupo que apoiou Mara Lourdes.

A aproximação só ocorreu durante os 3 meses de eleição nas fotos que estamparam as paredes das casas de muitos riachueleses, fato que só aconteceu depois de reclamações do próprio grupo que exigiu produzir cartazes com a fotos dos dois. E no dia a dia era um no sul outro no norte.

A relação fria foi mantida após as eleições e continuou até meados de maio, quando o próprio Caetano confidenciou num longa conversa com um amigo de infância que fez uma visita a Cachoeira no mês de maio, de que pelo andar da carruagem esse "relacionamento" tinha data para acabar, e datou o final do ano de 2013. 

E pelo fatos recentes, o cristal já está mais que quebrado e não precisa chegar um novo natal.

Aos mais chegados, o que se sabe é que o vice relata sempre que está no escanteio, de que não é ouvido, que não tem vez, nem voz... Tal argumento, inclusive, foi o mesmo usado pelo seu pai quando era vice do então prefeito Marcílio Pessoa. Dessa briga, saiu tão fortalecido que ganhou disparado as eleições para vereador em Cachoeira.
Caetano deve ta preparando outros voos.

Já a prefeita, também não pode ter o vice na aba o tempo todo. Nessas horas, tem que se entender a posição de cada um. Mas como segue a regra da centralização, acaba seguindo os passos dos seu primo e cunhado Marcílio Pessoa (quem não lembra como era o mandato dele?), reunindo um novo grupo em torno de ideias contrárias, como a imposição de nomes em secretarias sem consulta ao grupo. Talvez por saber, como relatou certa vez a um político local de que sabia que estava num balaio de cobras e que tinha que aguentar certas coisas para poder sustentam seu projeto, mas que não era fácil.  Por enquanto, age calada, não dá uma nota oficial sobre o que está acontecendo, talvez guiada pelos exemplos de antepassados: dá o bote e esconde a unha. E o jogo político.

Resta saber se esses mesmo candidato irão chorar e pedir perdão por não cumprir o prometido nos palanques e nas casas dos mais humildes e fanáticos partidários riachuelenses, os que só votam por partido, pela cor e pelo "pedegree"? 

Resta saber como será o desenrolar dessa história que não tem nenhum santinho.


QUEM PAGA A CONTA?


Henriquinho, a namorada no Maracanã e você vendo a Globo!

Em Riachuelo, 806 eleitores riachuelenses (isso mesmo 806 votos, não é pouco!) depositaram seu voto fiel e partidarista num candidato que pousou de helicóptero durante o período eleitoral nas terras do seu
cabo eleitoral Marcílio Pessoa.

Dois anos depois, ele chegou a presidência da câmara dos deputados. E, desde domingo, se vê em volta de um escândalo  mais um. Foi comprado que o nobre deputado Henrique Alves usou o jato da Força Aérea Brasileira de forma indevida, levando e trazendo amigos e familiares para assistir o jogo final da Copa das Confederações no Rio de Janeiro.

Esse ai de cima, pouso em Riachuelo voou e deixou só poeira.
No período, cada passagem custaria ao bolsos do aproveitadores, R$1.500,00 (Hum mil e quinhetos reais). Foram 16 o total de "elementos" que se aproveitaram das benesses do poder para usufruir de mordomias pagas pelo bolso do trabalhador.
Henrique e a turma caroneira. A viagem dele saiu do seu bolso.

Agora me digam: de 2012 para cá, qual o benefício que o candidato de Marcílio Pessoa trouxe para Riachuelo até agora? A nota fiscal dessa conta, desse arroubo de dinheiro público!
Ou você acha que é de outro lugar que esse dinheiro saí?

Imprensa nacional criticou o ato de autoridade do deputado rouco.

Assim como os Alves, os Maia, os Rosado, e por aqui as famílias de sempre dão prova de que esse engodo de defender bandeira, de ser arara, de ser bacarau, só serve para instalar oligarquias, esse mal, essa doença que aliena o cidadão desinformado, inocente, e humilde, que só serve para colocar no poder aqueles que se interessas pelas mordomias e os empregos de corja que não tem o mínimo compromisso com eles.

Ano que vem tem eleição. Não vai me surpreender que as 806 pessoas que elegeram esse rapaz, esqueçam esse fato.  Estamos de olho!

Veja a notícia sobre o fato: http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/henrique-alves-usa-aviao-da-fab-para-levar-noiva-e-parentes-ao-maracana,2132fe8dd44af310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Creio que não estou sozinho.



Hoje milhares de pessoas, em sua grande maioria jovens, saíram as ruas das principais cidades do País para reinvidicar direitos.

A Copa das Confederações e a proximidade com a Copa do Mundo fez surgir nos jovens a necessidade de gritar. É uma oportunidade única para que políticos ouçam a voz que ecoa nas ruas e não apenas nos gabinetes e alpendres aonde a negociata corre solta.


Aqui em nossa cidade, ainda pequena, e em que muitos jovens, em face do sono letárgico a que são submentidos desde quando nascem, tendo que acreditar que acreditar em realizar apenas o sonho dos outros e nunca o dele, ainda não se vê rebelião. Talvez, estejam poucos atentos para tal fato histórico. Mas deveriam...

Quisera eu, quase um sessentão, fosse jovem... Mas creio que este blog hoje é o eco dessa voz que ganha as ruas de Riachuelo...a voz da decepção, do arrependimento e da indignação.


Por isso não calo diante da maracutaia; diante do empreguismo de favores; das licitações sem transparência; não acredito em tudo o que é dito do noticiário oficioso alugado; não aceito o Clã como governo (Não somos a Índia!!!), nem acredito na história de que somos menos capacitadas em face de sermos de fora do "eixo-familiar"; não abaixo a cabeça para as represálias, nem tampouco bajulo para ser agraciado com benesses; não acho bonito festas para enganar a falta de educação de qualidade, saúde eficiente e geração de emprego; sou contra ao cabide de emprego para alojar apadrinhados; 

E seja qual for o desenrolar dessas manifestações, de uma coisa eu estarei tranquilo: estou a cada dia mais livre, e creio que já não estou sozinho.

sábado, 25 de maio de 2013

OPINIÃO: SOBRE OS CORTES DE GASTOS NA ATUAL GESTÃO



Após a malversação inicial dos recursos públicos a jovem prefeita Mara Lourdes começou a vislumbrar que o caminho era recuar e diminuir as despesas do município, que ainda se encontram do tamanho de um oceano.

Cortou de uma cajadada só 08 veículos que faziam viagens para Natal, cortou a quantia de R$500,00 nos salários dos secretários titulares das pastas, entre outras que virão, onde podemos citar o cabide de empregos existente na Secretária de Ação Social, na maioria todos familiares da Secretária e da gestora pública, e o pior: todos contratados sem concurso público. 

Na minha visão, acho que a gestora que vem agindo pela emoção é uma e a gestora que vai agir na razão vai ser totalmente oposta dos atuais festivais de benesses concedidas neste início de administração.

Prof. Nivaldo Lopes
Texto/Edição/Redação


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